sábado, 12 de dezembro de 2009

Processo seletivo - Estágio sob orientação de Denise Eler


Alunos e ex-alunos!


Vamos aumentar nossa equipe em 2010.

Estou selecionando o primeiro grupo de estagiários para a Universidade Corporativa do Grupo Fiat: ISVOR FIAT.

Este estágio pode ser prorrogado para 1 ano, será coordenado por mim e tem finalidade de iniciar o aluno no mercado, com possibilidade de contratação futura.

Ou seja, é o estágio dos seus sonhos. A equipe que montei este ano é TOP, em talento e humor. Nosso trabalho já é referência para a Fiat Itália.
Estou muito feliz em poder formar os próximos profissionais de e-learning da Fiat e/ou do mercado. São competências que vocês só adquirem na prática. Não há cursos para as vagas em aberto:

- PROGRAMADOR SCORM (NECESSÁRIO saber Flash avançado, ser criativo)

- Roteirista instrucional (NECESSÁRIO ter boa redação, ser comunicativo, ter bom português, ter noções de infografia)

- Designer de interfaces para e-learning (NECESSÁRIO saber um pouco de Flash; ser bom em layout, ter elevado senso estético e noções de design de interação)

- Ilustrador (NECESSÁRIO saber Flash, ter estilos variados de ilustração, elevado senso estético e usar tablet)


Nesta primeira etapa, prefiro que todos os candidatos sejam designers
e ex-alunos meus.Se não conseguir preencher as vagas, vou abrir para outros cursos.

Interessados devem enviar email para

denise.eler@nosdesigners.com.br

contendo:

1 PÁGINA DE APRESENTAÇÃO:

NOME
Vaga pretendida
Faculdade e Ano em que irá formar-se
Se já tem alguma experiência profissional
Softwares que sabe usar
Redação de 600 caracteres apresentando suas motivações e expectativas como candidato
2 projetos (mercado ou acadêmico; em jpg, 150 dpi, de preferência disponível na "nuvem")
que expressem sua criatividade, senso estético e talento (inclusive para o candidato a programador).


Aproveitem a oportunidade.
Divulguem para os colegas.

Atenciosamente...

Denise Eler
Responsável pela área de E-learning da Fiat Brasil/ISVOR FIAT
Consultora em Design Thinking
Docente e Pesquisadora da Universidade Fumec

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

FLAP - A mochila que produz energia limpa para comunidades carentes.

FLAP quer dizer Flexible Light and Power (energia e luz flexível). Se trata de um dispositivo, desenvolvido pela Timbuk2 em parceria com a Portable Light Project. É um dos resultados da aposta na criação de têxteis com capacidade de absorver e armazenar energia através de painéis solares. Foi desenvolvida para países pobres que não possui rede eletrica, como por exemplo a África.


A mochila tem duas versões uma de 2 watt e 4 watt. Com a bateria totalmente recarregada o led que possui um baixo gasto de energia pode durar ate 10 horas, a versão com 4w também possui um conector de USB.


Alguns exemplares já foram enviados para o Quénia e Ghana, breve também serão enviados para o estado do Arizona nos EUA.

video

Tudo isso foi projetado não tendo em vista nenhum fim lucrativo, e os exemplares que serão vendidos fora das regiões desfavorecidas, irá gerar lucro que será canalizado para o desenvolvimento, produção e distribuição de novos exemplares.


video

Vamos apoiar!!!!

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Futuro da cozinha

É visível ver a necessidade da customizaçao das coisas. O presente projeto mostra como no futuro objetos de uso cotidiado estarão em harmonia com o ambiente.


A proposta de Antoin Lebrun é criar uma solução compacta para cozinhar e lavar, utilizando vegetais especialmente escolhidos pelas suas capacidades de filtragem da água e a produção de sabão natural.
Diretamente extraído da industria espacial, esse projeto ainda tem muito à fazer com relação ao funcional, mas a proposta pretende simplificar e propor uma melhor utilização do espaço nas cozinhas urbanas.

Eu Quero!

terça-feira, 30 de junho de 2009

MICROtoco


[CONCEITO]
Tecnologia da Informação:
Com a tecnologia da informação os produtos que estão no mercado ficam ultrapassados com um curto tempo de uso. O objetivo do toy é uma crítica a obsolescência acelerada dos softwares usados por nos designers.

[MENSAGEM]
Microtoco era um robô de graveto que sonhava em ser uma ferramenta eterna de desenho, mais com toda tecnologia da informação ele se tornou apenas uma ferramenta obsoleta assim como todos os softwares.

[NOME- SIGNIFICADO]
Microtoco
Micro:
- Computador
- Pequeno
Toco:
- Graveto

[MATERIAL]
Madeira - Sucata E Adesivo ecológico biodegradável

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Erronius



"Até a noite de 8 de julho de 2.009 era um designer como outro qualquer, obcecado a entregar o serviço em tempo hábil, a qualquer custo. De tanta indiferença em relação ao impacto do seu produto no meio ambiente, noites sem dormir, muita cafeína e cobrança o tempo todo, seu corpo inteiro ficou contaminado, principalmente o coração, com esse sentimento ruim. A partir disso sua mente e corpo passaram a ser dominados por uma vontade de sair pelo mundo tentando descobrir uma nova forma de degradação da vida na terra."

Steve Poluindo


Steve Poluindo, é um Designer, que depois de assistir a alguns documentários, ficou aterrorizado e muito preocupado com o tão falado “Aquecimento Global”. Desde então ele vem tendo atitudes Revolucionárias para salvar o mundo.

Criou um novo orkut só para entrar na comunidades do Green Peace; Comprou um enorme poster do vice Presidente All Gore e agora também trabalha de Gari voluntário.

A cada Kg de lixo reciclado já espera receber um prêmio por ajudar a natureza. Steve Poluindo tem muita fé que o mundo será um lugar melhor se todos seguirem atitudes tão conscientes.

Créditos: Stefan Leles

TORNANDO SUSTENTÁVEL


Um designer consciente, que sempre realiza bons projetos, visando sempre não agredir o meio ambiente, procurando a melhor forma de ser sustentável, estava cansado de ver outros designers criando projetos altamente insustentáveis. Para resolver este problema ele criou um vírus para acabar com a falta de consciência do mercado. O vírus criado foi denominado de Crok. Este vírus tem como objetivo entrar no arquivo da pessoa e alterar os formatos, cores, acabamentos, de forma a tornar o projeto sustentável.

MATERIAL

Toy feito em bioplástico
Materiais e embalagens a base de matérias-primas renováveis denominadas Bioplásticos.A vantagem dos bioplásticos é que eles são produzidos a partir de fontes renováveis (bactérias, plantas) em vez de fontes não-renováveis (petróleo, gás natural). Além disso, os bioplásticos são biodegradáveis, ou seja, podem se decompor.

Brindes e embalagem em papel a partir de fibras vegetais renováveis
Papeis confeccionados a partir de fibras vegetais (Bagaço de Cana de Açúcar, Bananeira, Taboa, Lírio do Brejo, bambu, casca de cebola, etc), conforme o milenar processo oriental da arte de fazer papel.




domingo, 28 de junho de 2009

PenTool

“A Sustentabilidade Iluminando o Mundo”
Venham a mim os micreiros, estudantes de cursos profissionalizantes ansiando por respirar liberdade. Venham a mim os maus designers, os que estão sem criatividade. Eu os guio com minha "pen tool".



A frase original da estatua da liberdade é:
"A liberdade ilumiando o mundo"

Venham a mim as massas exaustas, pobres e confusas ansiando por respirar liberdade. Venham a mim os desabrigados, os que estão sob a tempestade. Eu os guio com minha tocha.


Toy art - Desperdício


A tinta possui elementos químicos pesados, prejudiciais aos seres humanos e ao meio ambiente;
O modo de usar a impressora gera desperdício e muitas vezes não percebemos;
Utilizamos a impressora sem necessidade e de forma compulsiva (quando imprimimos um documento errado, voltamos e imprimimos novamente. Seu saiu errado, fazemos tudo de novo, sempre com a melhor qualidade, e assim a tinta vai indo embora);
Além de ir muita tinta para o papel, nunca é utilizado 100% de tinta existente no frasco. Sempre fica aquele resto, e, simplesmente pegamos aquele frasco e jogamos fora.

Então, criei o Tício, um boneco que quando surgiu, fez muito sucesso, era a atração do momento. Todos o queriam e queriam usá-lo para tudo.
Porém, depois de um longo tempo, começaram a falar que Tício desperdiçava tinta demais e que ele poderia ser substituído.
Alguns concordaram, mas não queriam desfazer de Tício, pois já estavam acostumados com ele. Outros definitivamente não concordaram e afirmaram que nunca iriam abandoná-lo, que ele só utilizava aquilo que era necessário e que ele só queria um serviço bem acabado. Mas tiveram aqueles que estavam decididos em substituir Tício, deixando-o furioso com tamanha traição.

Material utilizado: Cartuchos de tinta (um para o corpo e pedaços de outro para as pernas), botôes de mouse antigo, tinta verde à base de água e outras peças.

Reutilizei estes materiais, porque estão ligados ao gráfico e foi uma forma que encontrei de evidenciar a minha mensagem, sabendo assim que trata-se de tinta de impressora, além de ser economicamente viável, socialmente jsuto e ecologicamente correto, pois reutiliza peças que iriam para o lixo.


quinta-feira, 11 de junho de 2009

QUANTO DURA?

Eco-dough a Massinha de Modelar Ecológica!


Eco-dough é uma massinha de modelar ecológica, 100% natural e sem nenhum tipo de químico, corante ou metal.

A Eco-dough é feita de extratos de plantas, frutas e vegetais sendo totalmente atóxica e segura para crianças de qualquer idade. Também disponível a Gluten/Dairy/Soy Free Eco-dough sem glúten, lactoses e soja para se adequar a dietas de crianças especiais.

A massinha Eco-dough não endurece tão fácil como as massinhas industriais e se você esquecer o pote aberto de um dia para o outro é só pingar algumas gotas de azeite que ela volta a forma natural.

A massinha verde Eco-dough custa US$20 na Eco-Kids.
http://www.ecokidsusa.com/ecodough1.htm

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Blogger faz campanha ecocologicamente cocorreta!


Blogger vota por uma campanha
contra o disperdício de papel.


Uma pessoa gasta em média OITOCENTOS E SESSENTA E QUATRO METROS DE PAPEL POR ANO!
Isso é o equivalente a uma árvore!

Faça cocô no banho e economize uma árvore por ano!

O blogger, tem dicas, enquetes, estatisticas e FAC. Vale conferir!



For you Denise!

A energia quem vem das frutas

Enquanto a Itália desenvolve painéis solares feitos de SOBRAS ORGANICAS, como cascas de frutas, na África pesquisadores ingleses criam “tijolos” de banana usados como combustível

Pesquisadores italianos da Universidade Tor Vergata, em Roma, desenvolveram painéis solares feitos a partir de cascas de fruta, verduras e legumes. Em parceria com o Pólo Solar Orgânico – instituto da iniciativa privada voltado para pesquisa em energias renováveis –, os cientistas descobriram que custa menos produzir células fotovoltaicas a partir de materiais orgânicos do que utilizando o silício, matéria-prima cara por conta do processo de transformação para a indústria, que é responsável por 60% do valor final das placas.

Mas a eficiência é igual? Os experimentos mostram que a eficiência orgânica é ainda maior. O princípio de funcionamento é o mesmo das células solares comuns, só que as orgânicas têm os semicondutores constituídos por corantes extraídos dos restos vegetais.

De acordo com o professor, as células orgânicas são mais eficientes por serem tridimensionais e, por isso, podem captar a radiação da luz vinda de todas as direções. Além disso, as placas de frutas são muito mais finas e não têm diferença substancial na absorção de energia solar em relação às convencionais. Isso permite que os pigmentos possam ser aplicados em películas, vidro ou plástico - podendo ser utilizado em janelas por exemplo.

Apesar de ser uma tecnologia bem mais simples que as placas fotovoltaicas, cientistas da Universidade de Nottingham, no Reino Unido, descobriram uma maneira muito simples e eficiente de utilizar restos da produção de banana. Além da possibilidade de fazer vinhos e cerveja, os pesquisadores passaram a utilizar as cascas da fruta pra produzir combustível.

Elas são trituradas juntamente com as folhas e caules, que, processados, são transformados em tijolos. Quando queimados, assumem a mesma função de, por exemplo, uma tora de madeira, servindo para cozinhar ou iluminar.

processo é muito simples. As cascas, os caules e as folhas da bananeira, que normalmente seriam descartados – estima-se que para cada tonelada de banana produzida no mundo, 10 toneladas de resíduos sobram –, são processados, prensados (para eliminar os líquidos) e, por último, ficam expostos ao sol por cerca de duas semanas para secar.

Países africanos como a Tanzânia, Burundi e Ruanda, grandes produtores de banana, podem ter sua contribuição para as mudanças climáticas bastante reduzidas, já que mais de 80% de sua produção energética vem da queima de madeira.

Quer saber mais? http://www.planeta-inteligente.com/page/article/id/22/A-energia-quem-vem-das-frutas

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Design durable, un nouveau paradigme


BARCAMP (Seminario) "Design Durable" dia 02 de junho
As questoes que serao abordadas sao : ciclo de vida (embalagens e produtos provenientes das tecnologias...), o papel da comunicaçao e do designer frente ao desenvolvimento sustentavel
( como podemos atuar, o que podemos fazer, quais projetos ja implantados, etc) e finalmente as tecnologias da informaçao e da comunicaçao, design web, design imaterial? { quais sao as reais vantagens da web em detrimento ao impresso? As TICs sao uma soluçao para um mundo mais sustentavel? Qual o impacto ecologico das tIC atualmente (segundo dados pesquisados, as TIC emitem 2% de CO2, ou seja, o equivalente à emissao feita pela aviaçao).

Convidados

Alice AUDOUIN, relaçoes publicas e autora do livro : Communication Responsable
Fabrice Flipo professor em philosophie à TELECOM & Management SudParis, Institut TELECOM. Autor de : Écologie des infrastructures numériques

BERHAULT Gilles – Président ACIDD

Walter BOUVAIS - diretor da Revista Terra ECO
DENISE ELER
Sócia da Nós Designers, empresa de consultoria em Design Thinking
Professora e Pesquisadora do Curso de Design Gráfico da Universidade Fumec

terça-feira, 19 de maio de 2009

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Dossiê Universo Jovem 4 MTV - Sustentabilidade


http://www.aartedamarca.com.br/Dossie4_Mtv.pdf

domingo, 12 de abril de 2009

Vivo celulares e sua campanha sustentável


A Vivo vem prometendo muitas ações em prol da sustentabilidade. Até aí, tudo bem, normal e esperado. Porém, encontrei o blog da ambientalista Cláudia Chow e, graças às análises que ela fez sobre a campanha, mudei totalmente o jeito de canalizar todas essas ações que pipocam na mídia semanalmente. Muitas vezes, não atentamos que muitas das idéias são praticamente utópicas quando percebemos que o contexto atual em volta delas é completamente oposto e responsável por engessar o desenvolvimento sustentável.

A conclusão geral a que Cláudia se posicionou é resumida no parágrafo abaixo:

O que eu realmente espero da Vivo para o Futuro não é que ela plante uma árvore por mim, mas sim um mundo em que ela não me ligue para perguntar se eu quero um novo aparelho de celular mas pra, no máximo, dizer que eu posso baixar a nova versão de um software pela Internet, para ter um aparelho melhor sem precisar comprar um novo e gastar mais energia, matéria-prima, água e mão-de-obra barata para produzi-lo. O melhor seria mesmo se ela me dissesse que quanto mais tempo eu ficasse com meu aparelho mais descontos eu teria na conta.

Vale mesmo muita a pena ler. Eu recomendo por a geóloga demonstrar um ótimo posicionamento crítico em dois posts muito bem dissertados.

*Leia Vivo e Sustentabilidade
*Leia o post em continuação às discussões sobre a campanha

quarta-feira, 8 de abril de 2009

O sol como fonte de energia desde 1932

Matéria da revista "Modern Mechanics and Inventions", maio de 1932


Experimentos fantásticos realizados no deserto americano apontam para o dia em que o sol será a fonte de energia universal para a indústria, e também a fonte de matéria prima para a produção de borracha, nitratos e outros compostos orgânicos. Este artigo mostra como os resultados foram alcançados, e descreve prováveis desenvolvimentos futuros.





terça-feira, 7 de abril de 2009

Água potável para quem não tem


A IDEO design desenvolveu o Aquaduct, um veículo inteligente que se propõe a sanar dois grandes desafios no mundo em desenvolvimento: saneamento e transporte da água.

A abordagem do conceito projetual é feita a partir das doenças relacionadas à àgua sem tratamento adequado, causadoras de milhares de mortes diárias, e as dificuldades em se obtê-la em localidades carentes, cujas fontes do recurso natural é extremamente precária, distante e, portanto, quase inacessível.

A idéia de se projetar este veículo é apoiada em lógicas sociais, uma vez que o transporte e a higienização são garantidos: há uma melhoria potencial da condição de vida dessa população necessitada, em que qualidade de vida é a principal função.


O reservatório de água acoplado ao Aquaduct tem a capacidade de filtrá-la e harmazená-la em casa; o transporte é simples e abrangente; todo o custo de produção é minimizado buscando ser o mais economicamente viável possível: o sistema de filtragem é acionado pelo usuário: enquanto ele pedala ao seu destino, a água é filtrada.

*Veja sketches, fotos, estatísticas e conceito do projeto
*
Leia sobre a IDEO design qui

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Game sustentável


Assim como postei outro dia no blog da disciplina Design de Interfaces o Game Weather, feito para divulgar ações do Greenpace e informar o usuário da gravidade dos problemas ambientais atuais - e a prof. Denise Eler complementou citando o War In Rio - encontrei mais um jogo que remete às questões de sustentabilidade: o francês Clim’City.


Neste jogo a temática gira em torno do aquecimento global e os esforços para a diminuição de emissão de gases de efeito estufa no planeta. O objetivo é explicitar o quanto esta luta é extremamente difícil, sendo que o jogador deve gerir recursos financeiros para cumprir tarefas como: reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 75%; economizar 40% de energia; aumentar as energias renováveis em 60% e reunir 20 pontos de adaptação.

As estatísticas do jogo são reais e foram adaptadas do contexto francês para uma cidade de 115 mil habitantes. Cada ação sugerida pelo jogo tem seus prós e contras e seus conhecimentos de sustentabilidade serão muito úteis para fazer as escolhas corretas. Assim como na vida real, se nada for feito, a situação vai ficando cada vez pior.

Leia na íntegra:
superinteressante

domingo, 5 de abril de 2009

imperdível

http://www.anacouto.com.br/upload/forum/marca-e-sustentabilidade.pdf

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Casa longa vida

O Módulo Longa Vida (produto patenteado) é produzido artesanalmente utilizando resíduos como matéria prima. O trabalho artesanal valoriza a mão de obra e pode ser uma forma de inclusão de deficientes e idosos no mercado de trabalho. A reutilização agrega valor aos resíduos, beneficiando diretamente quem o recolhe e pode ser uma importante alternativa de destino aos materiais não recicláveis.

As paredes são feitas com embalagens longa vida de leite, preenchidas com diversos tipos de resíduos secos e limpos, inclusive os não recicláveis. Sobre os módulos, uma cobertura de papel machê e impermeabilizante. Muito resistentes e duráveis, além de isolante térmico a acústico.

A reutilização, além de poupar os recursos naturais, modifica hábitos diários nas pessoas que começam a olhar o lixo como fonte de matéria prima. Essa percepção reflete no aumento da vida útil dos materiais, na minimização da geração de rejeitos e na conscientização para o combate ao desperdício.

O Designer pode ser uma dessas pessoas, enxergando nesta técnica uma alternativa com baixo custo para a confecção de alguma estrutura com uma superfície onde o material ofereça fácil adesão de tinta ou cola. Economizando ainda com o transporte, uma vez que a estrutura tem um peso bastante reduzido se comparado às estruturas comuns de madeira ou compensado.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Você já conhece a Ecofont?


Já instalei a Ecofonte há algum tempo e gostei bastante: é super bonitinha e o resultado é satisfatório no papel. Para salvar, basta baixar o arquivo, extrair da extensão Zip para a pasta Wndows -> Fonts. Nos softwares, a fonte é intitulada como Spranq Eco Sans. Ela promete, com seu uso, economizar o máximo de tinta possível: cerca de 20% do cartucho é poupado. Os pequenos círculos foram a solução encontrada pela agência holandesa responsável pelo projeto (Sprang), os quais representam o máximo de tinta que pudesse ser retirado de uma letra sem que perdesse sua legibilidade.

*A Ecofont é gratuita e pode ser usada em MAC ou PC.
Baixe aqui
.

Mercado de produtos infantis cresce com a consciência da sustentabilidade

Nos Estados Unidos, 25% das vendas de artigos para crianças fica por conta desse mercado específico e, desde o ano passado, o Brasil também abriu espaço para estes produtos, atestando um crescimento de consumo de produtos ecologicamente corretos para bebês em até 140%. É muita coisa! Daí a revista VEJA procurou por especialistas para analisar a utilidade e as precauções que devem ser tomadas pelas mães ao utilizar esses produtos. Seguem os mais populares:

ROUPAS ORGÂNICAS

O que são: peças feitas com algodão e lã puros – ou até mesmo fabricadas com fibras de bambu – cultivados sem aditivos químicos e de maneira sustentável

Por que fazem sucesso: ao contrário das malhas de algodão convencional, responsável por cerca de 25% do total de inseticidas utilizados no solo mundial, as de algodão orgânico são produzidas sem o uso de agrotóxicos. Já a fibra de bambu é totalmente biodegradável e requer menos espaço de cultivo do que o algodão

O que diz quem usa: as peças são 30% mais caras, mas não devem nada em conforto e beleza a seus equivalentes não orgânicos

O que dizem os especialistas: do ponto de vista de conforto, leveza, isolamento térmico e risco de alergias, não há diferença entre os materiais. Mas as roupas feitas com fibra de bambu costumam conter poliéster, que dificulta a transpiração do bebê. É preferível usá-las a partir dos seis meses, quando a criança já regula melhor a temperatura do próprio corpo

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MAMADEIRA SEM BISFENOL-A

O que é: a boa e velha mamadeira de vidro, mas com bico de polipropileno e silicone, materiais considerados inofensivos à saúde

Por que faz sucesso: pesquisas feitas em ratos associaram a exposição prolongada ao bisfenol-A – substância química usada para dar maleabilidade às mamadeiras de plástico – ao surgimento de cânceres e danos cerebrais. O bisfenol-A é liberado em quantidades muito pequenas quando o plástico é exposto a altas temperaturas, como no micro-ondas ou em banho-maria. No Brasil, o produto é liberado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária

O que diz quem usa: apesar de ser 70% mais cara, a mamadeira de vidro é atóxica e mais fácil de limpar

O que dizem os especialistas: seu uso é desaconselhável quando a criança começa a andar, pelo risco de quedas e ferimentos. É preciso tomar cuidado também com o superaquecimento do vidro.

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FRALDA DE PANO

O que é: em lugar do plástico, usam-se algodão, flanela, malha e uma camada impermeável de poliamida

Por que faz sucesso: é uma alternativa à fralda descartável, que leva 450 anos para se decompor, contra um ano da sua versão de pano. Apesar de custarem 90% mais do que as de plástico, as fraldas de tecido podem ser lavadas e reutilizadas até 100 vezes, o que representa economia no final das contas

O que diz quem usa: lavar fraldas de pano não é tarefa das mais fáceis. É preciso deixá-las de molho para evitar manchas. A maioria das mães não aboliu completamente as fraldas descartáveis, úteis em viagens ou nas saídas com o bebê – isso evita ter de guardar a fralda suja

O que dizem os especialistas: o contato com o tecido no lugar do plástico traz mais conforto ao bebê porque permite a transpiração e reduz as assaduras. Lavadas de maneira incorreta, contudo, elas podem causar alergias e infecção urinária

terça-feira, 31 de março de 2009

Produto Sutentável


Gente, olha que curioso, não sabia que era possível! um relogio criado sem baterias, so água e sal. meio maluco né? Será que funciona bem? Bom, de qualquer maneira, não deixa de ser uma iniciativa interessante, já que esse lixo eletrônico é praticamente impossível de se decompor antes do sol explodir.

DESIGNERS HUMILDES


Mas, quais seriam as características dos designers humildes? Eles não têm tempo para ficarem orgulhosos de suas criações, pois estão sempre alerta para colocar mais criações em teste e a corrigir prováveis erros. Na verdade, suas soluções trabalham para reduzir o estrago causado por criadores irresponsáveis; atuantes, tentam integrar e pensar no todo e na sintonia necessária entre os agentes em nosso planeta.

Designers humildes reconhecem a beleza e a importância do minimalismo. Sabem que mesmo sendo mais difíceis, as soluções mais econômicas são elegantes e eticamente consistentes. Precisamos constantemente refletir sobre a frase do arquiteto Ludwig Mies Vander Rohe, - less is more -, e em todo processo de criação, sempre nos perguntarmos o que é realmente necessário.

Já presenciamos um novo minimalismo, que provavelmente irá ficar cada vez mais forte. Nosso interesse sobre os princípios da simplicidade só tende a crescer, e é uma resposta natural à crescente complexidade do artificial.

Designers humildes sabem que recursos devem ser usados e reutilizados com equilíbrio, pois eles são limitados e não podemos nos dar ao luxo do desperdício. Para eles, minimalismo é mais do que uma escolha estética, trata-se de uma resposta ética, de um estilo de vida racional e lógico. Para resolver os sérios problemas da sociedade, precisamos aprender a viver menos materialmente e mais humanamente.


...Trecho do livro

O livro é um presente para quem se sente sozinho ao pensar eticamente o design. Vale muito a pena para aqueles que não se omitem diante do sistema.

domingo, 29 de março de 2009

blog sobre design sustentavel!

http://www.blograizes.com.br/design-sustentavel.html

Vivemos em um mundo onde a forma tem um papel importante como construtora de imagem e como percepção de modernidade e qualidade. Bonito, prático, funcional, moderno, durável e útil são algumas características inerentes à nossa aceitação ou não de determinados produtos.

sábado, 28 de março de 2009

Critérios de avaliação de produtos sustentáveis - Ecodesign

CRITÉRIOS - São considerados produtos sustentáveis na lógica do ecodesign, e de acordo com o entendimento da equipe da ecodesign-net, aqueles que apresentam, quando aplicável, as seguintes características:

1.
Elimina ou reduz a formação, ao longo do ciclo de vida do produto (da produção da matéria-prima ao pós-uso), a formação de resíduos em especial não recicláveis.
2.
Apresenta, ao longo do ciclo de vida do produto, baixo consumo de energia, ou utiliza fontes alternativas de energias ou energias renováveis, comparativamente com produtos similares;
3.
Utiliza matérias-primas e insumos ecologicamente sustentáveis (exemplo: madeiras certificadas)
4.
Minimiza, pelas soluções adotadas, as possibilidades de uso inadequado, acidentes e dispêndios físicos excessivos ao usuário e ao operário;
5.
Não utiliza mão-de-obra infantil ou processos de transformação agressivos ao operário fabricante;
6.
Apresenta soluções que racionalize o uso de matérias-primas naturais;
7.
Possibilita a substituição de partes e peças reduzindo a formação de resíduos;
8.
Facilita a manutenção e o reuso/reciclagem;
9.
Apresenta maior durabilidade, comparativamente com os produtos similares, ampliando o ciclo de vida;
10.
Apresenta qualidade, objetividade, criatividade e soluções inovativas ao exteriorizar (pelos aspectos formais, funcionais e pela comunicação), os conceitos de ecodesign;
11.
Utiliza um planejamento de marketing (comunicação e informação da empresa fabricante e sobre as características de sustentabilidade do produto), compatível com o conceito de sustentabilidade;
12.
Oferece suporte de pós-venda (comunicação e informação), com relação ao descarte e a reciclagem;
13.
Atende às normas específicas de ecodesign ou referente a produção sustentável;
14.
Deriva de metodologias de projeto compatíveis com os requisitos finais de sustentabilidade do produto (requisitos do cliente, requisitos de sustentabilidade, experimentação piloto, testes físicos);
15.
Está protegido pelos instrumentos da Propriedade intelectual - registro de marca e patente.
16.
Facilita o desmonte;
17.
Apresenta características de multifuncionalidade;
18.
Priorizam a utilização de tecnologias e materiais acessíveis - custo x beneficio - e a cultura dos usuários e produtores
Priorizam a utilização de tecnologias e materiais acessíveis - custo x beneficio - e a cultura dos usuários e produtores;

FONTE:

resenha

Formato: Brochura, 352 páginas
Dimensões: 3,22 x 24,73 x 16,10cm
Editora: Chronicle Books (Maio 2002)
ISBN: 0811835480
Nome: Ecodesign: The Sourcebook (Ecodesign: O Livro de Referência)
Autor: Alastair Fuad-Luke

Fiquei curiosa para ler. Vejam a resenha neste site

Slow design

Depois do Slow Food, movimento italiano que combate o fast-food e enaltece a diversidade e as tradições culinárias, é a vez do politicamente correto invadir a decoração. Porque vem da França um novo movimento, chamado Slow Design. Ecológico, étnico e valorizador das formas e processos artesanais de criação e produção, o movimento propõe aos designers que comecem a conceber e criar objetos contrários à invasão das peças padronizadas, produzidas conforme as leis de mercado.

A teoria do Slow Design foi desenvolvida pela universitária inglesa Alastair Fuad-Luke, em 2004. Numa entrevista à revista Elle francesa, ela identificou os principais valores de sua teorização. E colocou a “lentidão” da criação como a mais importante delas. Por que ao serem feitos à mão, os objetos Slow se tornam únicos, ou em edição limitada.

lojas virtuais francesas

http://blog.bientotdemain.com/

www.favoritechoses.com

www.etsy.com

www.dawanda.com

FONTE: ver mais aqui